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TARSILA DO AMARAL

 

FERNANDO UREÑA RIB

FERNANDO UREÑA RIB

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TARSILA DO AMARAL

 

arte brasilerio

 

SUBLIME TRASCENDENCIA DE LO POPULAR EN

tarsila do amaral

FERNANDO UREÑA RIB

 

 

 

TARSILA DO AMARAL (1896-1988)


 

 

Iniciou sua formação artística em 1916, estudando escultura com Zadig e modelagem com Montovani. Em 1917 iniciou seus estudos de desenho e pintura com Pedro Alexandrino e Georg Elpons, em São Paulo. Em 1920 viajou para Paris e matriculou-se na Academia Julien, freqüentando os ateliês de E. Renard, André Lhote e Fernand Lèger.

Retornou ao Brasil em 1922, integrando-se ao quadro modernista de São Paulo através de Anita Malfatti, formando o Grupo dos 5, com Anita Malfatti, Menotti Del Pichia, Mario de Andrade e Oswald de Andrade. Na semana santa de 1924, Tarsila, Oswald e Cendrars viajaram para as cidades históricas mineiras. É de sua produção a fase Pau-Brasil que vai desse período até 1927.

Ilustrou o livro de poemas "Pau-Brasil" de Oswald de Andrade, (1925) e uma palestra de Blaise Cendrars no Brasil com a obra "E.F.C.B.". Realizou sua primeira individual na Galeria Percier de Paris, França. Em 1929 realizou sua primeira individual no Brasil, no Palace Hotel, Rio de Janeiro. Participa em 1934 do Primeiro Salão Paulista de Belas Artes.

É tema de uma retrospectiva no MAM de São Paulo em 1950. Em 1951 conquistou o Prêmio Aquisição na I Bienal de São Paulo. Teve uma sala especial na VII Bienal de São Paulo em 1963.
 

TARSILA DO AMARAL

(1886-1973)

Após estudar em Barcelona e fixar-se em São Paulo, iniciou-se em esculturas com Zadig e Mantovani, e, em 1917, em desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Percebeu brevemente então, que não mais se atraía pelo trabalho acadêmico e tinha os olhos voltados para o impressionismo do alemão Georg Fisher Elpons, então, residente em São Paulo. Foi a Paris em 1920, onde orientou-se com diversos mestres e aperfeiçoou sua tendência cubista em contato com Fernand Léger. Durante a Semana de Arte Moderna, Tarsila estava em Paris, onde apresentou uma tela no Salão dos Artistas Franceses. De junho à dezembro deste mesmo ano, esteve no Brasil e integrou o movimento modernista em São Paulo, chamado grupo dos cinco: Ela própria, Anita Malfatti, M.del Picchia, Oswald e Mário de Andrade. Retornou ao Brasil em dezembro de 1923 após encerrar seus estudos com Lhote e Gleizes na França.

Em 1924, em companhia de Oswald de Andrade (com quem se casaria em 1926), Mário de Andrade e o poeta Blaise Cendrars, realizou uma importante viagem a algumas cidades históricas de Minas Gerais.
Essa seria uma viagem determinante para o conjunto de sua obra, pois a colocarm em contato com formas e cores que imprimiriam seu estilo, em termos de "vital brasilidade". Ilustrou o livro Pau-Brasil, de O.Andrade, publicado em 1925, a coletânea de poemas de Feiulles de Route e Le Formose, de Blaise Cendrars, trabalhos que fizeram essa ser a fase conhecida por "fase pau-brasil". Em 1926 realizou sua primeira exposição individual em Paris.

Em 1928, inaugurou a chamada fase antropofágica com sua famosa obra "O Abapuru". Novas viagens a Europa, novas exposições vão se acrescentando à sua carreira. Expôs em Moscou, escreveu artigos sobre arte para o Diário de São Paulo, até 1952. Seguiu com as exposições e fez o painel do Pavilhão de História do Parque Ibirapuera/SP (Procissão do Santíssimo em São Paulo no século XVIII) encomendado pelo Governo de São Paulo. Faleceu a 17 de janeiro de 1973.
Nunca será exagerado afirmar que Tarsila é um dos grandes nomes de toda arte brasileira.



FONTE: Arte Moderna em Telas e
Dicionário das Artes Plásticas no Brasil - Roberto Pontual

 

 

TARSILA DO AMARAL

Nació en Capivari, Sao Paulo, en 1886. Vivió gran parte de su infancia en Europa, iniciando sus estudios en Barcelona. A su regreso a Brasil, en 1917, estudia escultura con Mantovani y Zedig y, posteriormente, pintura con Pedro Alexandrino.
En 1922 toma contacto con los modernistas brasileños, formando el denominado "Grupo de los Cinco", dedicado a discutir las distintas propuestas de esa corriente artística.

Al año siguiente regresa a París, en donde conoce a figuras como André Lothe, Fernand Leger y Albert Gleizes. En aquel entonces la cultura africana era una moda exótica en la capital francesa. Tarsila reconoce en ella a su propio país e influenciada por esta estética concibe uno de sus más trabajos más reconocidos, La Negra. Esta pintura es un claro predecesor de la humanidad y atmósfera de ensueño que caracterizará su obra posterior.

A contar de 1924, de vuelta en su tierra natal,Tarsila inicia una pintura que se denominará Pau-Brasil, caracterizada por la utilización de las estructuras cubistas a las cuales se le incorporan elementos tropicales. Con la realización de Abaporu, en 1928, se da inicio a su fase "Antropofagista", la cual profundiza aún más en esa fusión entre el arte moderno y la temática nativista.

Pese a que el movimiento modernista continúa, desde 1930 la pintura de Tarsila se inclina hacia el realismo social. Esto giro es producto de su inclusión en organizaciones de Izquierda, que la llevan a visitar la propia Unión Soviética, donde realiza, en el Museo de Arte Moderno Oriental de Moscú, su primera exposición individual .

En los 50' y 60' la pintora retorna a la vivacidad de su primer período. Regresan las figuras de bordes extremadamente elongados, el color sumiso y la atmósfera onírica. posteriormente, en 1969, como una muestra de reconocimiento de parte de su propio país, se realiza, en el museo de Arte Moderno de Río de Janeiro, una retrospectiva que cubre cincuenta años de su trabajo.

Finalmente, Tarsila Do Amaral fallece en Sao Paulo, en 1973.
 

 



 

 

   
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